O comércio online está aquecido no Brasil e, ano a ano, segue apresentando crescimento expressivo tanto em número de itens quanto em valor gasto por pessoa. Em 2018, o setor teve faturamento de R$ 53,2 bilhões, o que representa alta de 11% em comparação com o ano anterior, segundo a consultoria Ebit. Por isso, criar uma loja virtual para seu produto é um passo importante para alcançar melhores resultados.

Se você está pensando em dar esse passo, precisa entender as particularidades desse universo e realizar um planejamento detalhado. Confira algumas dicas para criar o seu e-commerce.

Plataforma

Algumas das primeiras dúvidas que surgem na hora de abrir uma loja virtual são relacionadas à escolha da plataforma. A definição depende de fatores como o tipo de produto que será comercializado, o público-alvo e as metas do negócio. No entanto, em todos os casos, quem está começando deve dar preferência a uma opção flexível, que permita fazer adaptações e ajustes à medida que a experiência for apresentando novas necessidades.

Pagamento

Comprar com cartão de crédito está virando coisa do passado. O mundo todo já está buscando desvincular a compra de qualquer objeto e migrando para pagamentos com ferramentas totalmente digitais, como aplicativos. Para não perder boas vendas, estude as novidades e veja qual consegue implementar no seu negócio.

Marketing

Depois de colocar o seu negócio na internet, é preciso comunicar sua presença. E um erro que muitos empreendedores cometem é criar páginas nas redes sociais sem planejamento e esperar que elas cresçam sozinhas. Para ganhar visibilidade, é preciso investir. Procure um bom profissional de marketing digital para tirar o máximo proveito dos canais de forma estratégica e consistente.

Estoque

Para manter o estoque da sua loja virtual bem preservado, uma boa opção é alugar um espaço seguro, limpo e de fácil acesso. Temos boxes de diversos tamanhos para se adequar a sua necessidade e nossas unidades contam com vigilância 24 horas por dia. Venha conhecer nossas soluções.

Existem alguns termos no vocabulário dos empreendedores antenados com a nova economia que você não pode deixar de conhecer. Um deles é design thinking. Muita gente acha que é algo relacionado às artes ou estética. Mas, na verdade, é uma forma de resolver problemas, desenvolver produtos e pensar projetos baseada no processo cognitivo usado pelos designers, daí o nome.

Empresas como Sony, Nike e Apple utilizam isso na sua rotina. Mas ele pode ser aplicado em empresas de todos os tamanhos, já que se serve principalmente para criar produtos e serviços. Muitas companhias têm utilizado o design thinking para pensar em soluções para problemas com seus clientes e desenvolver novas ferramentas. Na prática, significa inovar e não importa o ramo em que você atua e o tamanho de sua empresa.

O processo de design thinking geralmente é feito em grupo e dividido em fases, que apresentamos a seguir:

  1. Criar empatia

Entender quais são as necessidades das pessoas envolvidas no problema (consumidores e funcionários, por exemplo), do que precisam, do que gostam, o que querem;

  1. Definir

A partir da pesquisa acima, delimitar qual é o problema, o que precisa ser resolvido ou criado;

  1. Ideação

É a fase de brainstorm, em que as ideias e sugestões devem fluir sem censura, sem medo de errar;

  1. Criar protótipos

Escolher uma ou algumas ideias e criar protótipos. Pode ser um desenho, uma maquete feita com caixas reutilizadas e fita crepe, algo que simule o produto;

  1. Testar

Agora é hora de experimentar os protótipos e escolher o que faça mais sentido.

Se você é um empreendedor que utiliza o GuardeAqui para armazenar seus produtos e matéria-prima, mas busca inovação, reúna sua equipe em nossas salas de reunião com projetor, computadores e internet que você utiliza sem pagar nada mais por isso. Tem até cafezinho por nossa conta.

Fontes: Sebrae; Projeto Draft

Ao longo do último mês, temos visto uma explosão de ovos de chocolate de todos os tipos, tamanhos e preços – levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) afirma que os preços do produto podem variar de R$ 1,20 a R$1.100. O que representa uma ótima oportunidade para empreender.

Para se ter uma ideia, em 2018 foram produzidas 11 mil toneladas de ovos e outros produtos para a Páscoa, um crescimento de 26% na comparação com as 9 mil toneladas de 2017. A expectativa da Abicab para 2019 é superar os anos anteriores.

A celebração da Páscoa, que acontece no próximo domingo (21/04), oferece uma ótima oportunidade não apenas para as empresas de doces e chocolates, mas também para decoradores, organizadores de festas e mesmo pessoas físicas que querem aproveitar a data para conseguir uma renda extra.

Separamos quatro dicas de como tirar o máximo desta oportunidade, inclusive em mercados menos tradicionais. A primeira delas? Conte conosco para guardar moldes, fitas, sacolas, caixas e outros itens decorativos, seja nesta última semana, ou após a Páscoa. Afinal, o estoque que não for aproveitado agora pode servir para outras datas ou mesmo para o próximo ano – não há razão para deixar esses itens ocupando espaço em sua casa ou empresa. Claro, só não pode guardar os ovos prontos ou alimentos perecíveis usados para o preparo!

Confira as outras três dicas:

Não só de chocolate viverá a Páscoa

Ovos de chocolate são, obviamente, o produto mais procurado neste período. Mas isso também significa que são o nicho mais saturado, seja com produtos de grandes empresas ou de microempreendedores.

Uma boa alternativa é olhar para outras possibilidades que estão crescendo, como os ovos de whey protein para o público fitness, por exemplo. Opções com chocolate amargo também têm recebido cada vez mais atenção, tanto pelo gosto quanto pelo fato de usualmente não conterem glúten – o que o transformam em ótima opção para celíacos e outras pessoas com alergia ou intolerância à substância. Além disso, a alfarroba também pode ser utilizada para substituir o cacau como base para o chocolate, fornecendo opções para quem tem algum tipo de problema com a receita tradicional ou quer um produto mais saudável.

Claro, colombas, panetones, brownies, bolos e outros doces podem atrair consumidores que querem fugir do tradicional. Nesse sentido, vale até trabalhar com uma cesta de ovos de chocolate em uma caixa de ovo e brincar bastante com o tema. Não segure sua criatividade.

Explore nichos

Já falamos do mercado fitness e para pessoas com alergia, mas há outros pontos que podem ser explorados. Ovos personalizados, seja na decoração ou nos sabores, podem ser uma ótima opção para quem procura exclusividade ou quer experimentar algo novo.

Chocolates artesanais e orgânicos são outro nicho que ganha cada vez mais adeptos. Especialmente pelo sabor único que proporcionam. Produtos diferenciados, por exemplo trufas com creme de avelã, licor ou matéria prima importada podem focar o mercado de luxo. Quando o assunto é comida, há espaço a todos os paladares para serem explorados.

Atenção à forma

A dica é válida tanto para o formato do produto, que não precisa ser o tradicional – há diversos cases de sucesso de venda de ovo de colher e mesmo ovos 2D (uma barra grossa ovalada) –, quanto para a decoração. Fitas, papel brilhante e cestas chamativas, cada detalhe conta para ganhar o consumidor.

Quer uma dica bônus?

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas tem uma cartilha que ajuda os empreendedores a pensar todo o processo da venda para tirar o máximo da Páscoa, incluindo dicas até mesmo sobre precificação. Vale a leitura, mas é preciso fazer um cadastro para conseguir baixar o arquivo.

Da fabricação até chegar ao chão de sua casa ou do escritório, os pisos e revestimentos passam por diversos processos logísticos, que englobam desde a produção, até estoque e entrega final. Até lá, onde guardar o grande volume de material utilizado é a questão do negócio e, para isso, o GuardeAqui surge como solução perfeita. (mais…)

O GuardeAqui conta com 15 unidades em operação, em três estados do País. Pensadas para atender as demandas dos clientes, especialmente nos grandes centros urbanos, onde a questão da mobilidade é sempre um ponto de atenção, todas as unidades estão localizadas em pontos estratégicos e próximos a acessos a portos, aeroportos e importantes rodovias. (mais…)

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Dados do IBGE apontam que o número de brasileiros desempregados soma alarmantes 13 milhões de pessoas. Se de um lado a oferta de empregos rareou, por outro os profissionais têm buscado alternativas para manter a renda. Seja empreendendo em novas possibilidades de negócio ou exercendo a mesma carreira de forma autônoma. (mais…)

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