Existem alguns termos no vocabulário dos empreendedores antenados com a nova economia que você não pode deixar de conhecer. Um deles é design thinking. Muita gente acha que é algo relacionado às artes ou estética. Mas, na verdade, é uma forma de resolver problemas, desenvolver produtos e pensar projetos baseada no processo cognitivo usado pelos designers, daí o nome.

Empresas como Sony, Nike e Apple utilizam isso na sua rotina. Mas ele pode ser aplicado em empresas de todos os tamanhos, já que se serve principalmente para criar produtos e serviços. Muitas companhias têm utilizado o design thinking para pensar em soluções para problemas com seus clientes e desenvolver novas ferramentas. Na prática, significa inovar e não importa o ramo em que você atua e o tamanho de sua empresa.

O processo de design thinking geralmente é feito em grupo e dividido em fases, que apresentamos a seguir:

  1. Criar empatia

Entender quais são as necessidades das pessoas envolvidas no problema (consumidores e funcionários, por exemplo), do que precisam, do que gostam, o que querem;

  1. Definir

A partir da pesquisa acima, delimitar qual é o problema, o que precisa ser resolvido ou criado;

  1. Ideação

É a fase de brainstorm, em que as ideias e sugestões devem fluir sem censura, sem medo de errar;

  1. Criar protótipos

Escolher uma ou algumas ideias e criar protótipos. Pode ser um desenho, uma maquete feita com caixas reutilizadas e fita crepe, algo que simule o produto;

  1. Testar

Agora é hora de experimentar os protótipos e escolher o que faça mais sentido.

Se você é um empreendedor que utiliza o GuardeAqui para armazenar seus produtos e matéria-prima, mas busca inovação, reúna sua equipe em nossas salas de reunião com projetor, computadores e internet que você utiliza sem pagar nada mais por isso. Tem até cafezinho por nossa conta.

Fontes: Sebrae; Projeto Draft

Ter um espaço em shopping é o sonho de muitos empreendedores, mas nem todos possuem dinheiro suficiente para iniciar um negócio, reservar para capital de giro e cuidar do estoque. Alguns desses empreendedores começam com quiosques ou lojas pequenas nos centros de compras por conta do custo da locação, mas ainda assim falta espaço para o armazenamento, já que a área é dividida entre os funcionários e uma boa exposição.

O GuardeAqui é a solução para armazenamento de estoques e matérias-primas. Afinal, locar um de nossos boxes custa bem menos do que um espaço semelhante nos shoppings. Para se ter uma ideia, o aluguel mensal de um quiosque em shopping na cidade de São Paulo custa em média entre R$ 950 e R$1.300 o metro quadrado, segundo o portal Empreendedores.

Aqui, os produtos ficam guardados com vigilância 24 horas por dia e acesso controlado por senha individual. Nossas unidades estão em locais de fácil acesso, inclusive de shoppings. Somos uma ótima opção também para empreendedores de lojas maiores, pois ter o estoque em outro espaço permite uma melhor ambientação dos produtos, proporcionando uma experiência mais agradável aos potenciais clientes que forem até lá.

Faça uma simulação e confira o melhor custo-benefício.

Oferecemos uma solução muito simples: espaço na medida para sua necessidade, sem burocracia e com preço justo. Mas por que algo tão simples é tão importante?

A resposta, certamente, vai mudar de pessoa para pessoa e de empresa para empresa. Para pessoas jurídicas, o diferencial pode ser a facilidade de mudar o tamanho do espaço de acordo com a necessidade, como acontece com nosso cliente Ulisses Santos da Costa:

 

Claro, outras empresas ou empreendedores podem optar por um self storage por não ter um espaço fora de casa para deixar suas mercadorias e decidir vir para o #CadeadoAmarelo pelo custo e segurança. É o caso do João Calil:

 

E se você precisou fechar seu comércio, mas não fez uma queima de estoque, talvez porque pretende voltar ao negócio ou porque está esperando o novo endereço ser reformado, o depoimento de Francesco Bettoni pode te ajudar:

Seja qual for sua necessidade, conte conosco!

Esse post é especificamente para o pessoal de São Paulo, pois vamos falar de um dos pedaços mais paulistanos da cidade, a avenida Paulista. Andar por ali no domingo ou em feriados, quando a via fecha para carros e se transforma literalmente em uma passarela, é uma forma de conhecer um grande número de empreendedores. Gente vendendo comida, vendendo bebida, roupa e vendendo até prancha de surfe!

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Depois do trabalho home office, agora é a vez das empresas – especialmente franquias – estruturarem modelos de negócios onde o empreendedor trabalha de casa, sem um ponto comercial fixo. Chamado de home based, esse modelo combina baixo investimento e flexibilidade de horário.

Nem espaço você precisa, já que o GuardaAqui oferece a solução perfeita, armazenando produtos ou o material de trabalho. Com boxes que variam de 2 m² a 100² ou mais, atende todas as necessidades. Você administra o negócio de casa e guarda seus produtos em uma das unidades espalhadas pelo Brasil.

 

Conheça algumas ideias de home based:

Diarista: Trabalhando na limpeza residencial ou comercial, exige um investimento baixo, já que o próprio empreendedor é o responsável pelo serviço. Produtos de limpeza, vassouras e outros equipamentos podem ser armazenados no GuardeAqui.

Manutenção de jardins e piscinas: ótima opção para biólogos e agrônomos, já que cuidar de jardim vai muito além de aparar gramas. Estoque de produtos de limpeza e químicos podem ser armazenados e retirados nas datas em que os atendimentos forem agendados.

Cosméticos e suplemento alimentar: o box GuardeAqui pode funcionar como um Centro de Distribuição (CD) para quem trabalha com venda direta. O empreendedor mantém o estoque armazenado e retira conforme as vendas forem concretizadas.

Venda de camisetas customizadas: o empreendedor pode ter um catálogo e manter as camisetas, estoque de tintas e maquinário no box.

 

Ficou com dúvidas? Saiba mais em www.guardeaqui.com

 

 

Se você é um novo empreendedor e pretende investir na área de franquias, esse é um bom momento para se informar a respeito das que mais estão em alta. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor deve crescer até 8% em 2018. Isso porque as redes planejam reaver seus planos de expansão e podem voltar a explorar formatos diferentes de operação, principalmente no ramo de tecnologia.

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A paixão por música pode ser fonte de inspiração para investir em uma área interessante e criativa: uma loja de instrumentos musicais. Para empreender no ramo, é necessário gostar e entender bastante do negócio, o que pode resultar em boa fonte de renda, já que muitas cidades e regiões do país não possuem empresas especializadas no setor.

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Para empreendedores de primeira viagem, a área cultural pode ser uma alternativa rica não apenas sob a ótica financeira, mas também em experiências e opções de negócios. O empresário que resolver se aventurar nessa seara precisa contar com um bom planejamento, organização e conhecimento do setor para ter sucesso e ver o negócio crescer/se expandir.

Algumas dicas são preciosas. A primeira é investir em um box do GuardeAqui para organizar e armazenar com segurança os itens que pretende comercializar e utilizar na nova empresa. Assim, além de economizar espaço, é possível minimizar os custos do negócio. A empresa é líder do setor de auto armazenamento no Brasil, contando com 19 unidades em diferentes cidades do país, principalmente na região Sudeste.

O negócio de self storage é seguro, moderno, e possibilita que o cliente acesse seus bens com tranquilidade e rapidez, sempre que precisar.

Outras orientações fundamentais para investir na área cultural são:

 

Planejamento é a alma do negócio: trabalhe com antecedência, pois a área da cultura possui um ciclo que deve ser levado em consideração. O desenvolvimento de um plano anual é bem-vindo.

Tenha um ótimo projeto: ele precisa conter a apresentação do negócio (o que), assim como a justificativa (porque), o objetivo (para que), a estratégia (como), os recursos (com quem) e o orçamento (quanto).

Conheça as leis de incentivo: só assim você terá as informações a respeito dos enquadramentos de projetos nas leis que facilitam a captação de recursos, com o patrocínio das empresas.

Busque patrocinadores: antes de apresentar seu projeto a uma empresa, conheça bem o seu perfil, para adequar melhor a proposta e, assim, ter mais chances de conseguir um patrocínio/parceria.

Conheça os locais de suas ações: é preciso conhecer os locais nos quais seus eventos acontecerão, antecipando imprevistos, acidentes, pois o produtor cultural responde civil e criminalmente na hipótese de dano ou morte a qualquer pessoa do público, ou mesmo contratados por terceiros.

Conheça as normas do setor: assim, além de bem informado, você saberá o que poderá ou não realizar, bem como proceder em cada tipo de evento realizado.

Seja cooperativo: na área cultural, é impossível trabalhar sozinho. Uma boa rede de contatos e um grupo de trabalho sólido são fundamentais para o sucesso de um projeto. Uma agenda atualizada e reuniões periódicas auxiliam no êxito das ações.

Mantenha-se atualizado: participe de cursos, seminários, palestras, vivências e oficinas relacionadas à área. Assinar publicações referentes ao setor, como jornais e revistas, também é importante.

 

Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até 2020 o Brasil contará com uma população idosa de 30 milhões de pessoas. Enquanto alguns enxergam a terceira idade como o momento de “pendurar as chuteiras” e aproveitar a fase de calmaria, a maioria das pessoas enfrenta a aposentadoria com receio, por conta da diminuição da renda causada pelo fim das atividades do trabalho formal.

Porém, a quantidade de novos empreendedores acima dos 60 anos cresce a cada ano, o que traz ao mercado um novo perfil de empresário, mais confiante, experiente e sem medo de arriscar. Geralmente, o idoso empreendedor, além de complementar sua renda e sentir-se mais ativo, busca também satisfação pessoal e desafios no novo projeto, o que só traz benefícios para a economia. Os setores mais indicados para o perfil são a alimentação e o varejo.

O importante, antes de tomar qualquer decisão, é ter um bom plano de negócios, estudar muito bem o mercado atual e buscar capacitação, além de inovar na área que pretende atuar – isso é fundamental para se destacar da concorrência e ter sucesso em médio e longo prazos!

Para começar, que tal organizar e estocar os materiais do novo negócio em um box seguro e prático do GuardeAqui? A empresa, pioneira em self storage, oferece espaços a partir de 2 m² em várias localidades do País, monitorados por câmeras de vigilância 24h, tudo para garantir a tranquilidade de seus clientes.

Com o auto armazenamento de produtos, é possível economizar espaço (o microempresário não leva os produtos para dentro de casa ou da loja em construção/reforma) e investir apenas no que interessa, que é a competitividade do novo negócio. Tudo sem burocracia, pois o contrato é mensal, podendo ser modificado ou interrompido quando for conveniente.

 

Confira 5 vantagens de empreender após os 60 anos:

-Propensão a se arriscar mais nos negócios;

-Muita experiência e conhecimento acumulado;

-Simpatia e respeito dos parceiros de negócios;

-Valorização da ajuda – e visão – dos jovens;

-Conhecer as necessidades dos idosos, público que mais cresce no Brasil.

 

O GuardeAqui é muito mais que uma guarda móveis, é o maior e melhor self storage do Brasil com mais de 120.000m² de área e 25 unidades pelo país.